Brasil, Rio de Janeiro, RJ. 01/01/2011. Queima de fogos na Praia de Copacabana durante a virada de ano, na zona sul do Rio Janeiro. - Crédito:PAULO VITOR/AGÊNCIA ESTADO/AE/Codigo imagem:77986

Nenhuma empresa quer patrocinar réveillon na orla

A crise econômica e a violência podem afetar o brilho dos dois maiores eventos do Rio. Um sinal de alerta foi dado na segunda-feira: nenhum interessado apresentou proposta, no chamamento público da Riotur, para patrocinar o réveillon 2017/2018. A empresa de turismo do município quer vender cotas que somam R$ 30 milhões para apadrinhar a festa, que, no fim do ano passado, custou R$ 12 milhões, dos quais R$ 5 milhões tiveram que sair dos cofres públicos. Na terça-feira, o carnaval passará pelo teste de fogo: é o prazo para interessados em ter seus nomes ligados aos eventos de rua se manifestarem sobre a compra de fatias da festa, que somarão R$ 56 milhões.

Os R$ 56 milhões de patrocínio que a Riotur quer conseguir para o carnaval de 2018 deixa de fora o Sambódromo, que, por contrato, é responsabilidade da Liesa. Ou seja, desse dinheiro não poderão sair os R$ 6,5 milhões extras prometidos pelo prefeito Marcelo Crivella para as 13 escolas do Grupo Especial, que tiveram a sua subvenção cortada de R$ 26 milhões para R$ 13 milhões.

Os mesmos R$ 56 milhões representam o total que a administração passada reservou para pagar as despesas com o carnaval de 2017, incluindo as subvenções das escolas e o carnaval de rua. Dessa conta, R$ 20 milhões foram de patrocínios.

 

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